Vida de vestibulanda

  • Em Janeiro decidi fazer vestibular – licenciatura em Letras.
  • Em Fevereiro comecei o cursinho (Descomplica).
  • Baixei milhões de apostilas.
  • Aprendi a usar o Galaxy Note comprado em 2012. Baixei um app de pdf decente e um app de anotações decente. O GNote virou uma apostila que dá pra carregar na bolsa e usar no ônibus.
  • Atividades praticamente interrompidas: leitura, ouvir discos novos.
  • Larguei a casa de mão.
  • Surtei umas 3 vezes por causa do caos que a casa virou.
  • Da terceira vez, faltando 2 semanas para o primeiro vestibular, fui parar no hospital.
  • O médico me mandou tomar um diazepan e nos dias seguintes, trocar o diazepan por chá de camomila ou suco de maracujá.
  • Eu quis esganar o médico, mas em vez disso, passei a beber chá de maracujá 2 vezes ao dia e funcionou. Médico ou pajé?
  • Atividades não interrompidas: Assistir Arrow, Flash e Star Trek, menos Enterprise. O ritmo é 2 séries por semana, um episódio de cada.
  • Suspendi um monte de séries. A primeira delas foi 3%, que só de lembrar me dá pânico. A segunda foi Black Mirror, que só de lembrar me dá pânico também
  • Instalei minha escrivaninha na cozinha.
  • Levei 4 meses pra contar para meus pais minha decisão e eles apoiaram.
  • Abandonei o Facebook
  • Abandonei o Mundial de F1. Sentei para assistir o GP do Canadá, que foi no dia seguinte da prova e naquele dia eu estava de folga do estudo, mas a Globo não passou. Nem me ocorreu procurar no Sportv. Passou lá?
  • Estou cuidando bem da alimentação. Não como o que gosto, como o que mantém o corpo em pé e a mente ligada o dia todo.
  • Mudei meu horário de trabalho e estou saindo bem mais tarde.
  • Parei de ir à fisioterapia e estou me sentindo culpada. Na hora em que me sentir imobilizada de dor, eu sei que vou voltar e ouvir esporro da Carla…
  • Eu leio redações exemplares nota 1000 e fico com vontade de chorar porque acho os textos horríveis.
  • Estou blogando ao invés de estudar  (ou trabalhar…) Preciso sair daqui agora!

Como andamos com a Música Latina por aqui?

Ouvindo pouca coisa. Tempo livre no ônibus é para ver videoaula, sofrer com as apostilas de geografia e ouvir podcasts. De vez em quando eu lembro de ouvir e cantar música em espanhol porque he elegido español como lengua extrangera en los exámenes…

Aí eu me espantei com notícias sobre o sucesso de Reggaetón, Maluma e Luis Fonsi no Brasil ¬¬ Estão ouvindo e gravando reggaetón farofa com 10 anos de atraso 😀

O que eu tenho de novo pra mostrar é Mon Laferte. Pop folk rock com a elegância das cantoras chilenas e a energia da música mexicana, já que ela viveu um tempo no México. Não sei se ela teve alguma repercussão no Brasil. Peguei minha filha escutando o disco Mon Laferte, de 2015 (3 músicas na minha Playlist Música Latina 2016). E minha filha é da tribo dos coreanos 🙂 O disco de 2017 se chama La Trenza. Monserrat Laferte é maravilhosa.

 

 

 

O grupo das 4

É a etiqueta que eu coloquei no material de matemática, química, física e biologia. Eu não estou vendo o GP da Rússia porque eu rendo bem no estudo na parte da manhã, então me privei de prazeres e F1 nesse horário. Mas, batendo a cabeça no fichário pra aprender as G4 por osmose, ocorreu-me que, de McLata e tudo, 

O problema do sistema prisional brasileiro é que as pessoas estão cometendo crimes e sendo presas 🤔.

Tomei uns tabefes da corretora do Descomplica. O problema do sistema, me disse ela, é que ele não ressocializa os detentos. Ah.

Em domínio da língua e domínio do gênero textual me saí bem. Se eu receber um tema na prova contra o qual eu não me insurja a nota deve girar na casa dos 800 pontos.

Ah, a corretora disse que eu não uso as vírgulas muito bem. Malditas vírgulas!

Ouvindo podcast descobri o nome dá criatura que ensina os repórteres da Globo RJ a falar de maneira coloquial. 

A fala do repórter é controlada. Eles treinam para parecer que não é. Coisas como “A Ana tava pertinho do local do acidente”. Artigo definido obrigatório, verbo estar virou verbo tá. Mas o ritmo, a dicção e a entonação são controlados. 

É falso. E é um desserviço achar que o padrão formal não deve ser usado em uma situação de comunicação formal.

Música asturiana

Pra entrar na vibe vestibulanda, carreguei no Spotify listas de música medieval. Cheguei na Idade Moderna, formação dos Estados Nacionais, música Celta, e lembrei do tema do Príncipe das Astúrias do podcast especial F1 2008!

Sim, música Celta e não barroca ou flamenca nas Astúrias. Se não fosse Alonso (e a esposa dele…) eu jamais saberia disso =D

https://youtu.be/gx73M5QB4Fw
Acabou meu feriado de estudos, vou ouvir 20000 vezes Xera e depis 20000 vezes a ex do Alonso.