Qué passa? – Juanes

Qué pasó pregunto yo
Pregunto yo que paso en el mundo hoy
que en todos los diarios
yo leo la misma noticia de horror
vidas que callan sin razón

porque sera que hay tanta guerra?
porque sera que hay tanta pena?
que será? que será? pregunto yo

Que será que será? pregunto yo
Pregunto yo que será que no hay amor
Y que en vez de abrazarnos los unos a otros nos damos cañón
Y olvidamos el amor

Porque será que hay tanta guerra
Porque será que hay tanta pena
Que será? que será? pregunto yo

La gente se está matando la gente se está muriendo
Y yo sigo aquí sin comprender

Que pasa con el mundo que está tan inmundo
Que pasa pregunto que pasa pregunto
Pregunto yo que pasa hoy con el mundo
Que está tan absurdo que está taciturno
Que pasa que nada bueno nos pasa
Y que la paz por aquí nunca pasa
Que pasa que solo la guerra pasa
Que es lo que pasa pregunto yo

La gente se está matando la gente se está muriendo
Y yo sigo aquí sin comprender

Que pasa con el mundo que está tan inmundo
Que pasa pregunto que pasa pregunto
Pregunto yo que pasa hoy con el mundo
Que está tan absurdo que está taciturno 2x
Que pasa que nada bueno nos pasa
Y que la paz por aquí nunca pasa
Que pasa que solo la guerra pasa
Que es lo que pasa pregunto yo

Malditas fotinhas!

Eu recebo via Zap ou Facebook avisos de palestras, simpósios, cursos, feiras culturais, etc. Só compareci a um evento até hoje. Recebi o aviso olhando pra cima: estava em uma faixa na entrada do Instituto Multidisciplinar – UFRRJ , que é onde faço minhas provas. Vi o banner, vi que era na semana seguinte e no dia marcado apareci lá.

O problema com essas fotinhas é que quando tem link para o site do evento ele não é clicável. Esse cartaz aqui nem link tem. São 4 dias de evento sem programação e horários. É pra quem tá por lá mesmo.

Essa dificuldade no acesso à inform(ação) vinda da galera de Letras é que me aborrece. Devia ter link para o site, link para email, link pra formulário de inscrição e link para inclusão do evento em uma agenda eletrônica.

É semana de provas, não posso ir 😦

cartaz

Influência cultural

Imagine uma criancinha de 10 anos que vê essa besteira e ri. E depois ri sempre que lembra. Quando vê reprise ri mais ainda. Aí ela faz 18 anos e ri mais. E ela pensa: quando eu tiver um filho vou mostrar isso pra ele no dia do aniversário de 18 anos. Ela se casa. Ela tem uma filha. E 30 anos depois da primeira risada ela finalmente manda o vídeo pra filha.

Dever cumprido.

A contagem de tempo recomeça quando eu tiver um neto.

https://youtu.be/EyRAfUWXGSY

Esteira ergométrica

O teste de resistência começa antes de a esteira ser ligada.

– Tem pressão alta?

– Não.

– colesterol alto?

– não.

– diabetes?

– não

– Fuma?

– não

– ansiedade?

– ………

– Estresse?

– Grrrrrr

– Qual é o seu peso?

– Não sei.

– O que você escreveu aqui?

– Nada.

– Olha aqui.

– Não fui eu que escrevi isso.

– Então cê pesa quanto?

– Não sei.

– Quantos anos você tem?

– Quarenta.

– Agora tá se usando cabelo enroladinho, né?

– É.

– Lê aí o termo de responsabilidade.

“risco de infarto, tontura enjoo, morte súbita e queda da esteira”

– Eu vou cair da esteira.

Dor e sofrimento

Tá, vou deixar a Literatura Portuguesa de lado, 5 minutos depois de começar com ela, e vou ver o GP de Mônaco.

Uma punição, um beijo no guarda rail e outra punição.

O meu time, pro meu próprio bem, me faz querer desligar a TV e voltar para os mares nunca dantes navegados.

Tucano! Cadê você?

Eu vim aqui só pra te ver!

cadê o tucano?
cadê o tucano?

Em Foz do Iguaçu nós vimos tucanos, iguanas, jacarés, montanhas de cutias e de quatis. Em Puerto Iguazú, na estrada fomos envolvidos por uma nuvem de borboletas, ou melhor, uma panapaná!

No rádio praticamente só toca música em espanhol. ❤ Marcelo e Carolina se viciaram numa música porcaria-chiclete de Porto Rico.

Os mosquitos argentinos não gostam do meu sangue. Eu fiz a burrice de esquecer o repelente e mesmo assim não fui picada dentro da floresta. Os paranaenses, em compensação… já faz mais de 10 dias que fui atacada na piscina do hotel e os machucadinhos ainda não cicatrizaram. Os mosquitos cariocas estão até com pena e estão esperando que eu me recupere.

Os pássaros cagaram o carro todos os dias. No Parque das Aves, uma galinha cor-de-rosa subiu no poleiro pra mirar o Marcelo. Como disse o rapaz do posto de gasolina, “o passarinho prevaleceu, né?”

E a comida? Do restaurante famosinho ao food truck, comemos muito bem.

O inusitado: fomos à Feirinha (em Puerto Iguazú, e, sim, o nome é em português) pra comprar alfajores, mas o que me está deixando louca de saudade é a água. Paramos no centro da cidade para comer parrilla e beber A Água. Aqueles que acham que argentinos são engreídos, saibam que é a água que eles bebem. E que nós faríamos muito bem se a bebêssemos também!

Puerto Iguazú cobra taxa de turismo. O trânsito é desviado para um posto de cobrança, que são dois pibes em cadeirinha de praia. Um deles chega na janela do carro e diz OOOOOI. Visitamos a cidade 2 dias, porque no primeiro dia perdemos tempo comprando pesos e quando chegamos ao parque, o passeio de barco que passa perto das quedas já estava esgotado. Esquecemos da taxa e gastamos o dinheiro no parque. Mas a taxa pode ser paga em reais. No dia seguinte, já passamos diminuindo a velocidade e jogando para o lado do posto, mas os garotos estavam sentados e fazendo sinal com a mão pra que a gente fosse embora. Tô rindo até hoje.

E as cataratas? Um espetáculo! As partes brasileira e argentina são complementares, é preciso visitar as duas. Um dia para cada. No lado argentino, para visitas em dias consecutivos, no segundo dia pagamos meia entrada. Nos dois parques, cidadãos de países do Mercosul têm desconto. Seguimos as recomendações e optamos pelo passeio de barco argentino, que chega mais perto das quedas e proporciona uma indescritível sensação de “meu Deus, o que eu tô fazendo aqui, estou naufragando!” e muitos jatos d’água gelada vindos de todas as direções. No lado argentino anda-se mais. No lado brasileiro, um ônibus te leva aos mirantes e postos de embarque nos passeios náuticos.

Informação que uma nativa nos passou no Marco das 3 Fronteiras: “no Paraná não venta”. Aí eu passei o resto do passeio olhando para as copas das árvores, admirando o não-vento.

O Marco das 3 fronteiras é uma praça bonita com um obelisco. Olhando para a esquerda vemos o obelisco argentino e à direita, o paraguaio. À noite, os obeliscos brasileiro e argentino se iluminam. O brasileiro tem chafariz dançante e jogo de luzes coloridas. O Paraguai vai dormir. Ficamos imaginando “se eu pular aqui, qual guarda florestal vai me resgatar?” Achamos que a brasileira vai dizer que estamos além da fronteira (sem olhar para o rio), a paraguaia fecha às 16h e a argentina vai fazer sinal com a mão pra a gente ir embora.

Um aviso a quem vai à Itaipu querendo ver o tobogã (o vertedouro) aberto em plena capacidade: é difícil. É um mecanismo de segurança, acionado em períodos de cheia do rio. Aaaaaah 😦

Se fizemos comprinhas no Paraguai? POR SUPUESTO QUE SÍ. Um notebook, um celular e uma caixa de som pequenininha mas com potencial para nos fazer receber uma notificação do condomínio. Só não passamos da cota porque chegamos tarde, na primeira loja que entramos não tinha o modelo de celular que Marcelo queria e quando saímos, às 16h, “o Paraguai já tinha fechado” – definição precisa de Carol. Ainda bem, porque na fronteira um policial parrudão entrou no ônibus, mandou todo mundo que estava em pé descer, foi até a gente, mandou abrir as bolsas, bateu na caixa do notebook, que estava no colo de Carol (que dormia e acordou no susto) e perguntou “pagou quanto nisso aqui?” Como eu sabia que não tínhamos estourado a cota, eu já estava com a nota fiscal na mão.

Os ônibus que cruzam a fronteira são PIORES que os piores ônibus do Rio. Incluindo os piratas. E Ciudad del Leste é mais bagunçada que o pior camelódromo. O único lugar em que nos sentimos seguros foi dentro do “shopping”, devido à segurança. Armada. Com fuzis. Isso a gente ainda não decidiu se é melhor ou pior do que o Rio (sim, estamos meio desesperados aqui).

Passamos 6 dias em Foz e recomendamos MUITO a quem quer fazer passeios na natureza e comer bem 🙂