Perguntinhas bobas que nem sei se prestam para serem perguntadas numa CPI…

Honestamente, o resultado da última licitação não tem a menor importância.

Padronizaram a pintura dos ônibus, eu achei frescura, fiquei com medo de pegar ônibus errado. Antes não tinha como não enxergar o 383 COR DE ABÓBORA ou o 397 ROXO, no ponto da Prefeitura eu os via fazendo a curva no Campo de Santanna. O.o

Organizaram as empresas em cartéis, ops, perdão, em consórcios. Deveria ser uma espécie de pool, uma cobre a outra em caso de falta de carros. Nem posso dizer que isso é ficção científica, eu andei de pool quando conseguimos (nós, passageiros), retirar a 397 da ocidental.

Eu nem quero saber da contabilidade da RioÔnibus que não fecha, ou das multas que a SMTR perdoa.

Minhas perguntinhas À CPI seriam:

* Lá por idos anos de 2007, a Auto Viação Bangu, que era carinhosamente chamada por mim de A Barca do Inferno ou a montaria dos 4 Cavaleiros do Apocalipse (há registros de outros apelidos, como Cata-Corno) passou por uma reestruturação, renovou e aumentou a frota, demitiu os psicopatas e ofereceu aos usuários um transporte bom. Minha pergunta: se aquele lixão se transformou numa empresa boa, operando em bairro de pobre, por que as outras empresas da região não conseguem? Se as empresas do consórcio deveriam seguir o mesmo padrão, por que temos no Santa Cruz a Bangu e a Jabour (limpa, pontual, mas com vários psicopatas ao volante…) e, na outa ponta, a Pégasso e a Ocidental (disfarçada com outro nome)?

* Por que a Feital está na rua, com validador e tudo?

* Onde estão os relatórios da SMTR sobre denúncias feitas pela população e as providências tomadas? Por que as fiscalizações em garagens e terminais não são periódicas, só acontecem quando ônibus cai de viaduto ou rola a ribanceira? Porque o aplicativo 1746 não aceita denúncia em texto, foto e vídeo, impedindo o usuário do sistema de documentar e denunciar em tempo real, com direito a geolocalização e tudo?

Por enquanto é isso, se eu lembrar de mais alguma, eu volto 🙂

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