O tribunal de contas bateu à nossa porta. ¬¬

Quer falar com os fiscais. ¬¬

Não temos absolutamente nenhum problema em falar com eles, mas… um dos fiscais é sensível, acha que ser fiscalizado o coloca na posição de suspeito. Pra falar a verdade, lá no fundo, todos nos sentimos um pouco assim, os próprios servidores do tribunal de contas chegam com uma caixa de rivotril na mão. Aí vale o velho ditado, “quem não deve, não teme” (Mas aceita-se o comprimido, com vodka pra arrematar).

A questão é que o nosso fiscal é uma pessoa muito sensível e de temperamento explosivo. Eu disse a outro colega que vou escrever o recado num papel, vou grudar no monitor e, quando ele chegar, vou praticar a saída covardona pela direita.Imagem

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