spy x spy, ou melhor, mãe x mãe

Treta do dia: mãe com filha acessando o que não deve na internet pergunta o que fazer. Eu aconselho a fazer o que eu faço: monitore tudo e avise à criança que está monitorando. Se a criança não gostar de ser vigiada, não acessa e pronto.

Má idéia: dar conselho. Ainda mais se é pra fazer aquilo que a gente faz ¬¬

Outra mãe diz que nos dias de hoje, se eu fizer isso estou pedindo pra minha filha criar contas falsas só pra me impressionar e poder fazer muita merda escondida. A solução é fingir que não tá nem aí e colocar software espião no pc.

Eu gasto meu tempo explicando que não consigo enxergar minha filha como uma pilantra, que a supervisão é necessária, é prova de amor, é obrigação dos pais, que se deve explicar à criança de que perigos você a está protegendo, explicar que você não quer simplesmente violar o seu diário (ôpa, voltei no tempo agora). Pra mim, espionagem é uma coisa, supervisão é outra. Eu me ofendo com espionagem. 

Aí vou lá no perfil da moça fuxicar  e encontro esse link, do qual tiro a frase

Ser pai (e mãe) não é concurso de popularidade

E lembro da frase que me faz xingar o Marcelo Tas todo dia:

Por que sim (ou porque não ou porque eu tô mandando) não é resposta

 

Minha senhora, pelo menos lê o que tu compatilha!!!

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Um comentário sobre “spy x spy, ou melhor, mãe x mãe

  1. Adorei, ser pai e mãe não é concurso de popularidade mesmooo, é responsabilidade e responsabilidade PESADA em caps lock… Concordo com o monitorar e construir aos poucos vínculos de confiança, compartilhar a vida, trocar conhecimentos. Foi assim que fui educada e é assim que pretendo educar meus filhos quando os tiver.

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