Da série “ouvindo as conversas dos outros na fila do ônibus: rapaz ao telefone tentando manter a calma. Tinha passado instruções a alguém mais velho (deduzido pelo tom de voz respeitoso e pelo “seu” Fulano). Seu Fulano não conseguia entender o que lhe pediam. Ele tinha que ir ao Centro Cultural Banco do Brasil comprar um livro na Livraria da Travessa que funciona lá dentro. Seu Fulano estava na calçada da igreja da Candelária (em frente ao CCBB) sem saber se tinha que ir a um banco, a um centro cultural ou a uma travessa…

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