As coisas humanas são passageiras

A glória dos mortais num só dia cresce,
Mas basta um só dia, contrário e funesto,
Para que o destino, impiedoso, num gesto
A lance por terra e ela, súbito, fenece.

Poema do grego Píndaro, de sei lá, sete mil anos atrás. E também assunto da conversa do taxista que me levou do hospital para casa hoje de manhã.

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