Enquanto isso, na Van…

Eu não ando mais de Van (aeeeeeeeeeeeeeeeeeew), mas mamãe anda. Ela não tem Vale-Transporte (hmmm tem sim, mas não gosta) e a Van cobra mais barato no dinheiro. Além disso, a Van é pequena, e ela pede ao motorista para ajudá-la no embarque e desembarque. O motorista desce e vai segurá-la. O ônibus, outro dia, quase me arrastou e me matou, mesmo com toda a minha juventude e a minha consciência de que nunca (NUNCA) se desmbarca de um ônibus em segurança, é preciso estar pronta para se jogar e abrir um paraquedas. Se motorista de ônibus faz isso comigo, ele trucidaria mamãe.

 

Pois bem, mamãe tomou uma van e foi pra minha casa fazendo uma das coisas que ela mais gosta: levando comida para a neta. Eu não deixei feijão pronto, a neta me denunciou para as autoridades que, prontamente, encheram um pote de feijão fumegante. Aí não deu outra: um rapaz que estava na Van, ao lado de mamãe, virou pra ela, pediu mil descupas mas disse que não estava mais agüetando aquele cheiro de feijão. “A senhora me dá um pouquinho?” Mamãe deu!

Quero ver se vai sobrar um cadim pra mim hoje à noite :-/

 

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