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“Senhora, será possível fazer o registro. Devido a falta de dados há um prazo de 30 dias para a resposta da fiscalização”

Eu estava havia 20 minutos ao telefone. Me surpreendeu que depois desse tempo todo a atendente me dissesse se seria possível ou não fazer o registro da denúncia. E, bem, se faltavam dados, era só ela me perguntar. Como, por exemplo, de quem eu estava reclamando. A essa altura ela aina não tinha me perguntado, achei que era hora de parar de responder e começar a questionar. A atendente não completava uma frase sem parar no meio e me colocar no mute. Ela não conhece o meu bairro (liguei para o famosíssimo 1746). Ela levou 20 minutos para registrar que o ônibus prendeu minha mochila e quase me arrastou na porta de casa. Apesar do pânico, eu consegui anotar o número de ordem do ônibus, que está escrito em letras discretas em todos os lados da carroceria, e que serve exatamente de identificação do veículo para o passageiro:

Screenclip

Mas a atendente pediu a placa do ônibus! Este é um dado que eu omiti… Os outros ela não perguntou e quando eu tentei dar, ela não aceitou. Ela não pediu o nome da empresa, o trajeto que eu fazia (se era bangu-campo grande ou o contrário), não aceitou o meu bairro (registrou como “perto de” o bairro vizinho) e não sabia falar itinerário (tentou duas vezes, colocou no mute e voltou perguntando “vai de onde pra onde?”)

 

Você sofre uma agressão, recorre ao órgão público fiscalizador e sofre outra agressão. É desconcertante. 

 

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