Concurso Nacional de avaliação de professores

Trecho de reportágem da revista Época:

Também consultaram diversos especialistas em educação. E aí começaram os problemas. Os acadêmicos, ligados às faculdades de pedagogia não gostam da ideia de uma receita. “É difícil definir o que é um bom professor objetivamente, sem levar em consideração fatores externos, como as condições socioeconômicas dos alunos”, diz Dalila Andrade Oliveira, presidente da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação. Ela questiona a necessidade de o professor conhecer a própria matéria que ensina. “O professor pode não dominar o conteúdo, mas saber ouvir e ser sensível aos alunos.” As associações acadêmicas marcaram um seminário, no final de maio, para analisar a proposta do MEC e dar sugestões de como a prova nacional poderia ser formulada. Quem precisa de bons professores agora diz que não pode se dar ao luxo de longos debates. “Essa prova é uma necessidade imediata”, diz Cleuza Repulho, presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação. Ela defende a ideia de uma referência objetiva para qualidade dos professores. “Para quem não sabe cozinhar, seguir uma receita garante que o resultado não será desastroso.”

Tá bom, eu não sei em que contexto isso foi dito, ela é presidente da associuação dos moderfucker pós-graduados pesquisadores e eu… não. Mas então ela e os pesquisadores pós-graduados podem me expicar que porra de declaração é essa? 

Juntando a parte dos “levar em consideração fatores externos, como a condição socioeconômica dos alunos” com a parte do “professor pode não dominar o conteúdo, mas saber ouvir e ser sensível aos alunos” (tá mal escrito isso aê, não tá não?), e eu não gosto nada do cenário que se desenha…

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