Lutando contra a dor no pescoço

  • Retirei o máximo de tralha possível da mochila.
  • Adotei ebooks no smartfone no lugar de livros e pastinhas cheias de papel
  • Escaneei alguns livros e documentos e subi para Scribd e Calaméo
  • Vou sentada no ônibus de manhã. À noite, volto de trem, em pé mas com a mochila no chão.
  • Desmontei os livros de filhote. São encadernados em espiral. Têm 4 unidades. Eu só deixo a unidade em uso, as outras ficam em casa.
  • Comprei para Filhote uma mochila de rodinhas no início do mês.

Problemas:

  • Meu pescoço ainda dói e não há mais nada a tirar na mochila. Só o casaco para a queda de temperatura da noite e o guarda-chuva. Mas aí eu me arrisco a morrer congelada e ensopada.
  • Pior, à noite, quando estou vestindo o casaco e empunhando o guarda-chuva, o pescoço ainda dói. Conclusão: Não posso carregar carteira, celulares, porta-moeda e chaves, além da própria mochila.
  • A mochila de filhote continua pesada. Na quarta-feira ela leva 3 cadernos e 3 livros agenda e lanche. Propus substituir a agenda, ela reagiu ferozmente…
  • A mochila de rodinhas quebrou ontem. Troquei na loja por um guarda-chuva.

Sinto que vou parar no ortopedista e sair de lá com colar ortopédico de novo. Sendo que hoje eu carrego menos peso do que da outra vez. E arranjei uma mesa ergonômica. Meu pescoço está igual ao da Tetê – a avó do meu marido…

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