Hoje não… Hoje sim?

Cara, ainda bem que eu relativizei a importância da F1 na minha vida. Acompanhar o esporte já foi minha principal válvula de escape. E quando eu mais sofria, minha válvula de escape me fazia sofrer mais ainda! Porra, Fórmula 1!

Não sofro mais e sou feliz com minha excentricidade de torcedora de time pequeno. Se eles quiserem voltar a ganhar campeonatos, por mim tudo bem, estarei com eles na tristeza e na alegria, Go Nico Go Barrica, mas bem que é confortável poder dizer hoje que na “minha casa não tem dessas putarias”.

Decepcionada, sim, mas nem um pouco surpresa. As coisas se repetem, no máximo se disfarçam (porra, engenheiro do Felipe, nem pra disfarçar?). Deve ser a capa do cinismo se formando. O pior, pra eles, claro, é que eu não incentivo mais minha filha a assistir, comentar, torcer pra piloto x, equipe w, nada. Ligo a tv e passo um tempo, e só. Até mesmo a rotina de correr com o café da manhã pra sentar às 9h na frente da tv acabou. Me colocar indisponível para a família durante o GP? Nunca mais. A F1 me atrai, mas me insulta muito frequentemente.

Pódio do GP da Alemanha – Fernando, Sebastian e… … Felipe?

 

Volei na tv bandeirantes daqui a pouco, #vouver! Hasta la vista!

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