Num vô

Eu botei na cabeça que iria sozinha mesmo. Quando vi o preço dos ingressos corri para o shoping e comprei roupa e sapato. Mas então…

A troca da tubulação de água e esgoto do condomínio finalmente começou. Devia ter sido feita no início do ano, agora no segundo semestre nós reformaríamos a marquise, mas uma denúncia anônima à Fiscalização nos obrigou a fazer a marquise primeiro, com as cotas do barbará. E finalmente a obra do barbará começou, e eu tive que faltar ao trabalho 2 dias seguidos e ainda vou faltar mais. Já estou chamuscada. Ao abrir o agendão do outlook vi que o show é dia 28, época de fechamento do relatório de pagamento, que é exatamente quando eu justifico o salário que me pagam. Agora mesmo chegou um engenheiro ensandecido. “Eu tenho 9 mil pra receber”, “não, são 5 mil e trezentos”. Nossos critérios de contagem são diferentes, eles sabem, eu explico mil vezes como eu faço e mesmo assim tenho que estar de prontidão mil vezes mais pra contar com eles. E eu pensando em pedir ao chefinho 2 dias pra passear em São Paulo…

E ainda tem o aniversário de Carolina que já fez minha conta entrar no vermelho. Pudera, o tema é olimpíadas da China, tá tudo vermelho. Na terça-feira eu fugi do prédio durante o almoço do pedreiro para comprar maerail de festa. Não encontrei nada com o tema das olimpíadas, nem um mísero painel de cartolina com os anéis pintados. Nada! É verdade que eu aproveitei os dias de castigo em casa pra botar a mão na massa.

Ao show da Julieta Venegas eu não vou. Quem puder, vá. O ingresso mais caro custa R$50,00 e vale cada centavo.

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