Domingo à tarde

Ah, foi divertido. Marcelo juntou a mulherada – eu, minha mãe e minha filha – e fomos todos ao jogo do Botafogo. Foi a coisa mais engraçada, a arquibancada lotada de mulheres e crianças, cada marmanjo chegava com 4, 5 a tiracolo. Minha mãe é botafoguense, minha filha faz a festa com o pai e eu fui porque de graça, até injeção na testa.  E os times se comportaram exemplarmente, o Botafogo enfiando 7 e o Macaé dormindo em campo.
Meu pai, nos apressando na hora da saída (parêntesis mulherzinha: imagine 3 mulheres se arrumando pra sair) , disse que o stádio estaria cheio de gente que nunca vai ao futebol. Que nada, tinha até velhinha com tatuagem do escudo do Botafogo nas costas!
Do jeito que vai, Carolina vira botafoguense. Eu deixei ela torcer pra Renault por dois anos, depois ela perguntou se podia torcer por uma equipe italiana, eu fiz o maior escândalo/chantagem emocional e ela desistiu de ver F1. Grande coisa, não vai torcer pra Williams mas vai ser botafoguense? Vai sofrer do mesmo jeito e ainda por cima vai derramar rios de lágrimas a cada erro de arbitragem. Não era à toa que ela torcia pra Renault – do Alonsito llorón.
Ah, não tem crônica do GP da Malásia porque domingo eu fui ao tal jogo e desde ontem não estou me sentindo muito bem, estou enjoada, fraca, com dorzinha de cabeça – e em pânico, diga-se de passagem.
Anúncios

2 comentários sobre “Domingo à tarde

  1. Puxa, legal que o estádio estava, como direi, habitável, né? Eu morro de medo que o pai do meu sobrinho decida levá-lo para ver jogo, qualquer dia desses!…

  2. Foi no estádio do Botafogo, no domingo de páscoa, contra um time do interior do Rio. E com a promoção que eles fizeram o estádio estava cheio de mulher e criança. Assim é tranqüilo!

Os comentários estão desativados.