qual é a dos videocasts?

Eu não sou uma pessoal facilmente seduzida pelo vídeo. Não sossego na frente de TV. Não assisto a filmes sozinha. Não fuço o youtube. Eu me admiro que eu consiga sentar e assistir 2 horas de corrida! O treino eu quase nunca vejo, desde que tirei as manhãs de sábado para fazer cursos, na adolescência. Os primeiros sábados foram terríveis, hoje eu não tenho paciência nem para a quali 3. Eu só me rendi aos videozinhos de resumo da corrida, com no máximo 10 minutos, mas para meu azar esse formato é justamente o que o pessoal mais detesta. Ou vai a corrida inteira, ou lances isolados. Após os vídeos de corrida, os videoclips são os que me despertam alguma curiosidade. Tenho uma pilha de dvds de shows em casa que quase nunca coloco, e quando coloco geralmente estou com um lenço na cabeça e uma vassoura na mão, sem olhar para a tv…

Aí um amigo de blogs vai e me grava um podcast. Tá lá no bloglines: meu primeiro podcast! Vou correndo ao link e dou de cara com a janelinha em branco. É vídeo, no youtube :-/ Eu quero ver o amigo falando, então uso meus métodos pouco ortodoxos para pular o bloqueio do youtube. Consigo tirar o vídeo de lá, mas caio em outro bloqueio. Vídeos com mais de 6 minutos de duração não rodam.
Reclamei do nome, reclamei da falta de link para download. Hoje fui dar um passeio por alguns videocasts e tudo o que achei foram posts de blogs com uma janela de vídeo. Sem link para download. O feed não fornecia link. Em um um deles, no corpo de um post eles puseram o vídeo “m4a para ipod”. Quanta consideração.

Tanto video quanto audiopodcast têm que ser portáteis. Meu método nada ortodoxo envolve ir buscar no cache entre os arquivos com nomes tipo “6FEACD71d01” qual deve ser o vídeo que quero e adiciono a extensão flv. Depois passo o flv num conversor para AVI. E depois passo o AVI no conversor da Creative para enfiar o vídeo no mp4. Deve ser por isso que até hoje eu só vi um videozinho no ônibus e nunca mais.

Ontem à noite passei na casa de mamãe e botei o tal vídeo pra rodar. Saí da máquina e falei para Carolina jogar o joguinho da Pucca. Eu não tenho paciência, eu queria ver quando me desse na telha, não naquela hora. Dez vidas da Pucca depois, descobri que o vídeo já tinha passado e o cache não registrou nada. Desisti.

P.S – Gostei dessa definição do Christian Gurtner, no Portal Vocepod:
É interessante ressaltar, que assim como o Podcast, o Vídeocast só tem esse nome devido ao uso de feeds para manter o ouvinte/espectador atualizado, e permitindo que ele baixe suas atualizações automaticamente através de seu agregador favorito. Um vídeocast sem feed é somente um vídeo como os milhões que vagam pela internet. Um podcast sem feed, é só um arquivo de áudio que está por aí. E isso causa alguns enganos, afinal o que define um podcast/videocast? Pode-se dizer que além dos feeds, há também outros fatores como periodicidade e relação com o ouvinte/espectador, ou até a faceta “aceito os amadores e os profissionais”. Porém pode-se achar pela internet vários vídeos denominados videocasts, que na verdade não passam de simples vídeos à deriva.

Mas no mesmo texto ele diz que videocast só pode ser visto em pc, mac ou ipod vídeo. Ah, é? Então, pro inferno com os videocasts que eu já perdi muito tempo com eles 😦
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Um comentário sobre “qual é a dos videocasts?

  1. Olá! Entrei em contato com vc pelo twitter para receber a autorização para colocar em meu Trabalho de Conclusão de Curso um trecho deste post, dando o credito a você, obviamente a autora.

    Aguardo resposta!

    Grato
    Felipe

    @ferreirafelipe

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