Ano novo

Que mané ano novo. Eu passei a terça feira repetindo mentalmente “foi só uma mudança de folhinha na parede”. Aliás, não seria má idéia arranjar uma folhinha que comece em fevereiro e acabe em 31 de janeiro. Réveillon assim passaria a ser praticamente no meu aniversário. É, foi traumático o reveillon…

Destaque para dois fatos: o blackout e a ausência do Marcelo. Marcelo trabalha em serviço essencial, estava de plantão mas seria rendido mais cedo por um colega que mora perto do trabalho. O rapaz, de moto, sofreu um acidente por volta das oito da noite. Sabemos que ele foi levado a um posto de saúde desacordado e até a hora que escrevo não deram mais notícias, e a gente pensa positivo, isso é sinal de que ele deve estar bem. Ou melhorando. Ou ao menos, não piorando… E Marcelo permaneceu em seu posto de trabalho, zelando por um réveillon sem problemas em uma cidade distante daqui.

Por ironia, aqui no Rio, lá em Realengo, aconteceu o evento que Marcelo combate: queda de luz. Às dez horas da noite o bairro ficou às escuras. A luz foi restabelecida às 23:59:59. Nem vem dizendo que é conversa furada pra escrever um textinho, não tinha como não saber a hora se todo mundo estava fazendo a contagem regressiva na calçada. Pelo menos esse ano a gritaria à meia-noite foi maior que o normal. A luz voltou exatamente quando meu irmão estourou o champanhe a cidra.

Para não dizer que foi tudo um desastre, a dublê de DJ aqui finalmente fez uma playlist que arrasou! No dia seguinte, cunhada já chegou pedindo pra tocar de novo! Ê, Michele, meu radinho e seu sonzinho se deram muito bem 😀

sonzinho.jpg

Anúncios