Descobri que não há paz de espírito que um motorista de ônibus demente não seja capaz de destruir. Não há meditação, reza ou lexotan que resistam a um retardado ao volante.
Num mundo perfeito, passageiros e motoristas se tratariam assim, com amor, pois tudo na vida é passageiro:
Se bem que o louco de ontem tava dando amendoim na boquinha de um a “gramurosa”, que fófis.
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“Tudo na vida é passageiro”… exceto o cobrador e o motorista, claro.