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Descobri que não há paz de espírito que um motorista de ônibus demente não seja capaz de destruir. Não há meditação, reza ou lexotan que resistam a um retardado ao volante.

Num mundo perfeito, passageiros e motoristas se tratariam assim, com amor, pois tudo na vida é passageiro:

fila de ônibus

Esquilos fazendo fila pra ganhar comida do motô. Ooooh, que fofo.

Se bem que o louco de ontem tava dando amendoim na boquinha de um a “gramurosa”, que fófis.

Oh, sim, estou exausta, meu pescoço está doendo, o de sempre. Mas a missão está cumprida. minha voz estava muito ruim, mas diante das outras dificuldades desse ano, o fio de voz era mais do que suficiente. Se estivesse sem voz faria um videocast e apareceria mostrando cartazes para a câmera.

Houve um momento em que eu já não acreditava que valia a pena. Não via mais porquê me matar pra fazer o podcast. Mas depois eu lembrei. Gosto de fazer, de escrever, gravar voz, editar, garimpar músicas. Faço por que gosto, faço pra mim. Não vou negar que é gratificante ver que o trabalho emocionou outra pessoa, é um prazer extra.

Vamos ao Grammy Latino. a cerimônia de entrega do 10º latin grammy awards acontecerá no Texas, EUA, e será trasmitida no Brasil pela TV Bandeirantes. Sem palhaçada de premiação paralela no Brasil. Não sei ainda o horário nem se a festa será trasmitida na íntegra, ao vivo, sem edição. Seja como for, será no dia 05 de novembro.

Mas, na boa, eu já desencanei da premiação. Odeio a maioria dos vencedores, odeio shows de bandas norteñas, tejanas y mariachis, odeio emocore mexicano, odeio a ignorância da tv brasileira sobre a música hispana, odeio que os brasileiros sejam relegados a segundo plano pela academia…

Chega de ódio no coração! Esse ano não fiz divisões por gêneros e sim por temas. Mesmo assim o gospel ficou de fora. E mexicanos também, exceto, claro, a maior banda de rock do mundo de todos os tempos.

Escutei cerca de 70 discos. Tive muita dificuldade para baixar. Blogs com propagandas, cadastros, links quebrados e mulheres desinibidas, torrents com cadastro. A música top, a última do programa, foi convertida de um vídeo no youtube. Não coloquei internet em casa pensando no podcast, mas se não estivesse com banda larga no lar doce lar desde o início de setembro, não teria condições de fazer esse episódio. Pra não falar em mp4 querendo se suicidar, fone que quebrou, monitor que deu defeito…

E não é que saiu o podcast? Eu prometi pra ontem mas não deu. Até porque ontem eu não trabalhei e o meu podcast tem test-drive para ganhar o selo de garantia audível da metade para trás do ônibus. Na frente tem o motor, pô, aí não dá pra ouvir nada, vai lá pra trás. Hoje testei e tirando as partes em que eu falo, quase afônica, o som está bom…

Com vocês, o setlist: as melhores músicas ds discos indicados ao  Grammy Latino 2009!!!!

Bloco 1 – Oído y Corazón

aqui estão as canções de amor.

Escute e baixe aqui – mp3 – 50 minutos – 34,2mb

Mercedes Sosa e Luis Carlos Borges – Misionera
Skank – Sutilmente
Babasónicos – Parece
Nando Reis – livre como um deus
Fito Páez – eso que llevas ahí
Zeca Baleiro – Bola Dividida
Orquestra Contemporânea de Olinda – Brigitti
Calle 13 & Cafe Tacuba – No hay nadie como tú
La 5ª Estación – Recuérdame
Kvrass – Mi bendición
Bruno e Marrone – Não tente me impedir

Bloco 2 – Sangre en las venas

Depois do amor vem a fase de discutir a relação, as brigas, a sede de vingança. O dinheiro. Crises existencias e preocupações sociais. A solidão e a tristeza.

Escute e baixe aqui – mp3 – 48 minutos – 33mb

Tom Zé & Marina de la Riva – Bolero de Platão
Rita Lee – Vingativa
Daniel Meligo – En un bondi color humo
Paula Morelembaum & Bajofondo – O samba e o tango
Jota Quest – La plata
Macaco – el son de la vida
Luis Enrique – Abre tus ojos
Ricardo Arjona – El quinto piso
Miguel Ríos – En el ángulo muerto
O Rappa – Maria
Bebe – Búscome

 

Letra de Búscome

Un día aprenderé el porqué de algunas cosas,
intento aprender como camina mi corazón,
me precipito, me lanzo al vacío,
luego me vengo abajo por miedo pero yo sigo buscandome…
Busco-me, busco, busco-me, busco…

Y no paro de buscarme más, y doy vueltas y pienso sin parar,
y me miro en el espejo despacito, me analizo y me enfado otra vez conmigo,
y me digo “¡Anda ya mujer!, si todo tiene solución menos la muerte”,
y me levanto mu segura y me echo a llorar como una niña a oscuras.
“Ya no me divierto” pienso algunos dias,
y al otro día no hay sol que me acueste.
Me echo a correr buscando no sé qué,
pensando que tal vez es posible reponerse y mientras…
Busco-me, busco, busco-me, busco…

Y cuando mi cuerpo termine de llorar, echaré una ramita al mar
y que sea balsa pa’marineros náufragos,
y pa’que no vaya a tientas le pondré yo un faro.
Y ahora que he caído al fondo de una piscina, que ni una gotita de agua tenía,
voy a recoger mis alitas rotas y las pegaré trocito a trozo y volaré.
Yo soy una montaña rusa que suba y que baja,
que ríe, que calla, confusa me dejo de llevar, por lo que los días me quieran mostrar…

vídeo (versão acústica)

¡Que te diviértas!

Mala memoria

Desço para o almoço mais cedo que o costume. Essa fome não é a da hora do almoço, é aquela que surge no meio da manhã e eu não como nada pra não perder a fome na hora do almoço. Vai ver meu relógio biológico se desregulou em algum ano passado e só funciona no horário de verão. No térreo, olho pra direita – saída, comida. Olho pra esquerda – caixa eletrônico, tô devendo 5 pratas à Iva. Resolvo pegar o dinheiro. Mas não gosto de ir à rua com dinheiro. E além disso, meu medo era esquecer na volta, então disse a mim mesma que eu NÃO iria esquecer de sacar dinheiro na volta. Saí do prédio. No meio do caminho pensei em outra coisa que também tinha que fazer. Pensei “agora são duas coisas que não posso esquecer”. Adivinha? Na volta, de novo no meio do caminho, lembrei que tinha que pegar dinheiro “e fazer outra coisa, não sei o quê”.

A memória podia ter me feito o favor de apagar também a informação de que eram duas coisas pra lembrar, né?


O Podcast será publicado em 26/10/2009!

Era um P.S. desse post, mas ficou gigantesco, abri outro post. Fui inspirada pelas vinhetinhas da BandNews que homenageam aquele professor que fica na nossa memória depois de anos (décadas…), e pelo post do tio Sérgio Vieira aqui.

P.S de dia dos professores: Um beijo carinhoso para dona Vânia, que me fez amar História, dona Mara, que me fez amar Português (quero tacar fogo nas apostilas por outros motivos, dona Mara, não se preocupe), seu Carlos, que não me fez amar Matemática, eu escrevia novelas, crônicas e romances na aula e ele ameaçava me tirar pontos, mas eu gostava dele assim mesmo, Professor Câmara, que me deu aula de Geometria à base de bloco prancha A4, esquadros, compasso e transferidor, amava tanto tudo aquilo que nunca consegui me convencer a fazer um curso de Autocad.  Um pé na bunda de todos os meus professores de educação física, eu odiava exercício e odiava vocês, e vocês não fizeram nada por mim (tadinha). Foi uma lesão na cervical que me fez perceber que alongamento é legal, e um ato impulsivo que me pôs em cima de uma bicicleta em plena Avenida Santa Cruz e, ao me ver viva na porta de casa, percebi que ciclismo também é muito legal. Tive aula com o Léo Feldman porque ele tinha fama de não aparecer na escola. No primeiro dia ele apareceu, me deu um mega esporro e eu achei que tinha cometido um erro, qualquer bípede na face da terra parecia ser capaz de jogar handebol, menos eu, mas felizmente ele fez juz a fama e nunca mais o vi na escola, só na TV apitando futebol. Mas teve um professor de vôlei que me deixou fazer aula de… dança de salão!  Não lembro seu nome, mas você sim fez algo pela rebelde sem causa que odiava exercícios.  Um pé na bunda também desses professores de cursos de idiomas, pra dar aula em certos lugares você tem que se formar no nível avançado, ser um aluno razoável, mas mutio bonito e carismático, domínio da língua não é tão importante, tive uma professora de inglês que me cortava toda vez que eu tentava falar (em inglês) frases diferentes das que estavam no livro e que na verdade era uma estagiarizinha que dava aula pra pagar a faculdade de medicina. Não quero encontrá-la de novo nem como professora nem como médica. Mas pra cada enganador havia alguém como o Fábio. Cara doido, dava um show em sala de aula mas era super ansioso, antes do show fumava feito um louco, coração disparado, querendo saber o que mais podia fazer para despertar o interesse de uma turma que estava lá, na maioria, por obrigação de ter curso de inglês no currículo.  E a Lílian, um doce, super meiga, super relax, acordou um dia querendo ser aeromoça, fez um curso de espanhol, fez o exame para o tirar o DELE no Instituto Cervantes de sacanagem e passou (Nível Superior, prova fueda), então virou professora de curso, muy guapa y muy chula, nena!

Um beijo para Flávia & Tirrè, a duplinha que está ensinando minha filha, e a Jurema, a diretora. Eu achava que medo da diretora era coisa de criança, tenho mais medo da Jurema do que dos meus diretores, incluindo aí o Rubinho também conhecido como Diabão. Flávia, Tirrè e Jurema estão educando minha filha, estou satisfeita, mas o nível de expectativa, tanto com elas quanto comigo, é estratosférico, é muita presão. O segredo, segundo Tio Sérgio e Luciano Pires, é deixar a criança brincar de aprender. Tá bom, vou segurar a onda na pressão. Só não sei o que vou fazer quando (se) ela empacar em Física. Eu só desempaquei porque Dona Dulce (não minha mãe, a professora), me deu aula por 3 meses, me mostrou como aceitar aquilo (continuo detestando, mas passei) e depois faleceu. Gratidão eterna, Dulce, você não me ensinou Física (eu só decorei e já esqueci), me ensinou a contornar problemas dos quais não podemos fugir.

Dona Zezé que nem me deu aula, professora do meu irmão, mas disse que eu seria uma grande escritora. A culpa dos blogs e seus posts gigantescos é dela!

Se Dona Mara puder me ler, acho que chora, de novo :D

ELEVADOR

Isso acontece todo santo dia nos elevadores do trabalho. Além de bloquear a saída, o povo ainda força a entrada. Aff.

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O sujeito da educação é o corpo, porque é nele que está a vida. É o corpo que quer aprender para poder viver. É ele que dá as ordens. A inteligência é um instrumento do corpo cuja função é ajudá-lo a viver.

Nietzsche dizia que ela, a inteligência, era “ferramenta” e “brinquedo” do corpo. Nisso se resume o programa educacional do corpo: aprender “ferramentas”, aprender “brinquedos”.

“Ferramentas” são conhecimentos que nos permitem resolver os problemas vitais do dia-a-dia.

Brinquedos” são todas aquelas coisas que, não tendo nenhuma utilidade como ferramentas, dão prazer e alegria à alma.

Nessas duas palavras, ferramentas e brinquedos, está o resumo da educação. Ferramentas e brinquedos não são gaiolas. São asas. Ferramentas me permitem voar pelos caminhos do mundo. Brinquedos me permitem voar pelos caminhos da alma.

Quem está aprendendo ferramentas e brinquedos está aprendendo liberdade, não fica violento. Fica alegre, vendo as asas crescer…

Assim todo professor, ao ensinar, teria de se perguntar: “Isso que vou ensinar, é ferramenta? É brinquedo?” Se não for, é melhor deixar de lado.

Baixe aqui: Café Brasil – O Custo da educação

Ouvi hoje no ônibus, na volta pra casa. Estou enfrentando um período muito conturbado e tenho medo de tomar atitudes intempestivas, mas juro que ao ouvir esse trecho do pod Café Brasil – O Custo da Educação, me deu uma vontade enorme de colocar numa caixa meus livros de português e  matemática e entregar a qualquer um que deles faça melhor proveito. Minto, minha vontade foi de jogar álcool e tacar fogo, abrindo assim mais espaço para meus livros de inglês e espanhol, que é o que eu amo estudar, aprender e ensinar.

O sujeito da educação é o corpo, porque é nele que está a vida. É o corpo que quer aprender para poder viver. É ele que dá as ordens. A inteligência é um instrumento do corpo cuja função é ajudá-lo a viver.

Nietzsche dizia que ela, a inteligência, era “ferramenta” e “brinquedo” do corpo. Nisso se resume o programa educacional do corpo: aprender “ferramentas”, aprender “brinquedos”.

“Ferramentas” são conhecimentos que nos permitem resolver os problemas vitais do dia-a-dia.

Brinquedos” são todas aquelas coisas que, não tendo nenhuma utilidade como ferramentas, dão prazer e alegria à alma.

Nessas duas palavras, ferramentas e brinquedos, está o resumo da educação. Ferramentas e brinquedos não são gaiolas. São asas. Ferramentas me permitem voar pelos caminhos do mundo. Brinquedos me permitem voar pelos caminhos da alma.

Quem está aprendendo ferramentas e brinquedos está aprendendo liberdade, não fica violento. Fica alegre, vendo as asas crescer…

Assim todo professor, ao ensinar, teria de se perguntar: “Isso que vou ensinar, é ferramenta? É brinquedo?” Se não for, é melhor deixar de lado.

O espírito olímpico toma conta da cidade. No sábado, um carro quase me acertou na calçada e um menininho quase me acertou ao atirar a garrafa de coca-cola pela janela da Kombi. Veja que o espírito olímpico reside na palavra “quase”, as pessoas estão mais cuidadosas.

No jornal, um artigo defendia que as pessoas que resistem ao contágio da euforia olímpica deviam fazer a sua parte ao invés de reclamar do que ainda não aconteceu. Claro que fiquei p* da vida, pois não sou eu a xiita-chata-mor da família porque insisto em fazer tudo certinho e reclamo do que já está acontecendo de errado e de vez em quando dou uma patada criticada nos “malandros”? E sempre me disseram que gente certinha demais tem problema. E isso foi antes de me jogarem um carro e uma garrafa de coca-cola.

Se a minha parte é me vestir de verde-amarelo e praticar um esporte, então tá. Olhei pra minha filha, fiz as contas e sorri, maquiavélica. Tu vai trazer uma medalha. E eu sou a mãe-técnica, a incentivadora (não vai dar certo, lembra do pai da nadadora ucraniana? Meu estilo é por aí…). Domingo à tarde a família saiu para pedalar. Primeira burrada: Não fizemos aquecimento. Segunda burrada: eu resolvi levar Filhote na minha garupa. Eu tenho 1,50m e 45 kg, ela tem 1,40 e 38 kg. Assim que eu passei a perna sobre o quadro senti uma dor profunda na rima. Tive que largar a bicicleta e deitar num banquinho para rolar de dor e de rir também, porque uma contratura na bunda é engraçada até pra quem sente. É melhor esperar um ou dois anos e deixar que ela me carregue na garupa…

Bem, depois de alguns minutos eu me recuperei e nós saímos. E como é bom andar de bicicleta! Olha que eu tenho chances no ciclismo de velocidade, não sei andar devagar e não sei usar o freio, não fizeram um velódromo em Jacarepaguá (por cima de metade do autódromo)? Acho que vou atrás de uma medalha.

Quando comecei o curso de espanhol, há mais de dez anos (Dios mío….), meu professor já falava das maravilhas qua a internet fazia pelos alunos, tínhamos acesso a material autêntico e não apenas àqueles livrinhos tolos que os cursos vendem por uma fortuna. Assim nós pudemos conhecer a grande obra de Laura Pausini antes do estouro da vac, da moça no Brasil.  Depois foi só piorando, lembro de ter me desligado completamente da realidade, enquanto a turma cantava Usted se me llevó la vida eu pintava a foto do Alexandre Pires, transformando-o em Carmem Miranda. Pelo menos na fase Shakira eu não me rebelei, que eu gosto da baixinha rebolativa de vozeirão e QI 789976. Mas quase saí no tapa com uma garota por culpa de Alejandro Sanz, disse que se ela colocasse de novo Corazón Partío (já tinha tocado 4 vezes) ela ia engolir o cdplayer. Ela nunca mais falou comigo. E eu imitei a Shakira na festa, gracias al buen Dios os telefones com câmera digital e o acesso à internet ainda não estavam tão difundidos.

Amo espanhol. Na maior parte das vezes acho tudo lindo. O que não é lindo pra mim nunca é brega. Mas há coisas que são muito, muito engraçadas. Para aprender espanhol não se pode ter preconceito e hay que tener buen sentido de humor.

Ironias do destino

Para salvar o mundo, comece pelo seu quintal

Não é de ontem que eu fotografo os ônibus da Ocidental e encho o saco do Ministério Público e da SMTR. Mas nos últimos 2 dias o negócio pegou fogo MESMO. Teve fiscal da SMTR que declarou ao jornal palavras bem parecidas com as de meu último email, o “tá mole de pegar”.

Só que enquanto eu brincava de salvar o mundo, começando pelos ônibus do bairro, minha filha exercia, debaixo do meu nariz, a arte de procrastinar o dever de casa. Como se diz no Twitter, mãe #fail

Deus é mulher e tem um enorme senso de humor

Essa frase eu ouvi num filme de quinta categoria, mas nunca esqueci e sempre concordei.

Se alguém aparecesse em Realengo há 3 anos atrás dizendo que a Bangu seria  a melhor empresa da Zona Oeste, provocaria crises de riso em quem ouvisse tal loucura.

A Bangu era um lixão. Seus carros eram piores que os da Ocidental, mas devido ao trajeto, beirando a linha do trem, cheio de esquinas e sinais, era menos inseguro. Mas andar de 383 dava uma deprê. As banheiras da Ocidental metem 100Km/h na seletiva da Av. Brasil e foda-se o mundo, por isso eram letais em caso de acidente.

Então um belo dia eu me mudei. Eu brincava dizendo que tinha exigido na imobiliária um apartamento num lugar onde não passasse ônibus da Bangu. Consegui e até escrevi um post me despedindo daquela Barca do Inferno. Quando cheguei em Bangu, a 397 era muito boa e eu zoava a 383.

Hoje a Ocidental está lacrada pela Justiça e veja só quem apareceu para nos salvar: a melhor empresa de ônibus da Zona Oeste:

No Creo

No Creo

São as voltas que a vida dá…

Fórmula 1

Meu interesse em F-1 chegou próximo de zero. Eu não ando muito bem, mas acho que não é só problema meu, A F-1 também não é a coisa mais divertida de se acompanhar. Ok, nunca foi e eu acompanhava assim mesmo, mas não quero mais saber. A única coisa boa da F1 2009 foi Luca How Badyouare, só ele me fez feliz.

Mas hoje não teve jeito. A ironia do destino se fez presente de forma escandalosa. “sorry guys”??? Como se diz no twitter, #euri:

Via Blog do Capelli. Eu ri e muito!

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